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Propostas que se aceitam online: o que muda quando deixas de enviar PDF

O PDF por email é o ponto onde mais negócios morrem em silêncio. O que acontece quando a proposta passa a ser um link.

A proposta é o momento em que o cliente decide. E é, na maioria das PMEs, o momento com menos informação: envias o PDF, e ficas à espera. Foi aberto? Chegou à pessoa certa? Ficou preso no spam? Ninguém sabe.

O que o PDF esconde

  • Não sabes se foi aberto. Um «ainda não vi» pode ser verdade ou não. Sem essa informação, o follow-up é adivinhação.
  • O cliente não consegue escolher. Duas opções de preço num PDF são duas páginas. Num link são dois botões, e o total muda ao vivo.
  • Aceitar é trabalho. Responder ao email, imprimir, assinar, digitalizar. Cada passo é um sítio onde o «sim» arrefece.
  • A versão certa. O cliente responde ao PDF de há três semanas. Qual era o preço nessa?

O que muda com um link

Sabes quando foi aberta. E quantas vezes, e de onde. Um cliente que abre a proposta três vezes numa manhã está a discuti-la com alguém — é o momento de ligar.

O cliente escolhe. Pacotes — Essencial, Completo — com o total a actualizar. A conversa deixa de ser «é caro» e passa a ser «qual».

Aceitar é um clique. Nome, data, IP registados. O lead passa a ganho, a equipa recebe a notificação, o projecto pode nascer dali com as alíneas já como tarefas.

A versão é sempre a certa. Editas, o link é o mesmo, a versão anterior fica no histórico.

Objecções honestas

«O meu cliente quer um PDF.» Alguns querem, para arquivar ou para o departamento de compras. Gera-se a partir do link, idêntico ao que está no browser. O link é para decidir; o PDF é para guardar.

«Aceitação online tem valor legal?» Nome, IP, data e versão exacta ficam registados. Para a esmagadora maioria dos serviços é suficiente. Para contratos que exigem assinatura qualificada, o PDF e o teu fluxo habitual continuam lá.

«Parece impessoal.» O oposto. O link tem a tua marca, as tuas cores, o teu texto de apresentação. Um PDF genérico é que é impessoal.

O detalhe que faz a diferença

O follow-up. Uma sequência simples — dia 3 se não abriu, dia 7 se não respondeu — que pára sozinha quando o cliente responde. Não é marketing; é não deixar uma proposta morrer porque alguém teve uma semana cheia.

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